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quinta-feira, 3 de abril de 2025

Projeto de jiu-jitsu em Cassilândia deve encerrar suas atividades por falta de apoio da Prefeitura

Cassilândia, uma cidade que já se destacou no cenário esportivo do Mato Grosso do Sul e região, graças ao trabalho dedicado do sensei Guilherme e ao talento dos lutadores de Jiu-Jitsu, agora enfrenta uma crise que ameaça o futuro do esporte na cidade.

Conforme o site Cassilândia Urgente divulgou nesta quarta-feira (1º), o projeto de Jiu-Jitsu, que há anos oferece aulas gratuitas e forma atletas de alto nível, está prestes a fechar suas portas devido à falta de apoio da administração municipal.

Leia o manifesto:

“O projeto, liderado pelo sensei Guilherme, que se desloca de Itarumã duas vezes por semana para ministrar as aulas, já revelou campeões brasileiros de Jiu-Jitsu e transformou a vida de crianças e jovens da cidade. No entanto, apesar das promessas feitas em época de campanha, a prefeitura não liberou recursos para custear as despesas do projeto, deixando o sensei Guilherme a arcar sozinho com os gastos de combustível e manutenção do veículo, que recentemente foi danificado em um acidente.

A falta de apoio da prefeitura torna impossível garantir a continuidade das atividades. O sensei Guilherme, que já se desdobrou para manter o projeto vivo, agora enfrenta dificuldades insuperáveis. A comunidade cassilandense, que já se beneficiou do projeto, agora se vê diante da pergunta: vai admitir que o projeto feche suas portas sem se mobilizar e cobrar respostas?

O Jiu-Jitsu não é apenas um esporte, é uma ferramenta que transforma vidas. Ele afasta jovens da criminalidade e oferece uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento. No entanto, para que isso aconteça, é necessário haver um compromisso real dos governantes. A pergunta é: a comunidade cassilandense vai permitir que esse projeto morra sem lutar por ele?

É hora de a comunidade cassilandense se mobilizar e cobrar respostas da administração municipal. O esporte transforma vidas, mas só quando há compromisso real dos governantes. É hora de lembrar que o trabalhador é digno de seu salário e que o sentido Guilherme, que já se desdobrou para manter o projeto vivo, merece apoio e reconhecimento. A comunidade cassilandense não pode permitir que um projeto que já trouxe tanto orgulho e benefícios para a cidade seja tratado com tanta negligência. É hora de agir e garantir o futuro do Jiu-Jitsu em Cassilândia”.

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